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É o seguinte: Tinha uma loirona gostosa na minha sala e eu não consegui pegar, ela me deu um toco. Aí 2 dias depois, fui no banheiro, gozei na seringa, injetei no babalu e ofereci pra ela: "Sandra, quer um babalu?" e ela disse: "claro!" e eu dei... ela chupou aquilo tudo... engoliu todo o meu gozo, não sentiu gosto ruim nenhum e depois, quando cuspiu no lixo, e ví lá, só o bagaço do babalu... sequinho... sem uma gota de nada... ela engoliu meu gozo todo... e nunca vai saber!
Todas as garotas da minha sala naquele ano(que eram pegáveis) engoliram meu gozo...
Tem não.
Pois vou criar um universo repleto de dor e sofrimento, este mundo que estou prestes a criar será um espelho distorcido de tudo que já vivi, de cada cicatriz que carrego na alma.
Vou dar vida a um universo onde a felicidade não passa de uma lembrança distante, uma sombra fugaz que nunca se materializa, neste universo as pessoas que me fizeram mal estarão presas em um ciclo interminável de dor, lutando contra forças que não podem vencer.
O apóstrofo na língua portuguesa só existe com a função de escrever “copo d’água”