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A Exploração dos blocos FZA-M (Foz do Amazonas - Mar) na Margem Equatorial iniciou-se em Maio de 2013, durante a 11ª Rodada de Licitações da ANP. As áreas foram arrematadas por consórcios formados pela francesa Total, a britânica BP e a brasileira Petrobras. O custo inicial foi alto: o consórcio pagou um Bônus de Assinatura de R$ 345,9 milhões (valor da época) pelo Bloco FZA-M-57, o maior lance da rodada.

Os seis blocos que hoje pertencem integralmente à Petrobras são: FZA-M-57, FZA-M-59, FZA-M-86, FZA-M-88, FZA-M-125 e FZA-M-127.

As participações originais dos consórcios eram as seguintes:

Em cinco blocos (FZA-M-57, 86, 88, 125, 127): A Total era a operadora (40%), com a BP (30%) e a Petrobras (30%) como sócias.

No Bloco FZA-M-59: A BP era a operadora (70%), tendo a Petrobras (30%) como sócia.

O projeto, no entanto, enfrentou um longo impasse no licenciamento ambiental. O IBAMA negou a licença de perfuração por anos, alegando o alto risco de vazamento em uma região de extrema sensibilidade ecológica.

Devido à incerteza regulatória e aos custos de manutenção do projeto parado, a Total e a BP decidiram sair. A Total transferiu sua parte (40%) para a Petrobras em um acordo anunciado em setembro de 2020 e aprovado pela ANP em Fevereiro de 2021. A BP seguiu o mesmo caminho, transferindo suas fatias (incluindo 70% do FZA-M-59) também entre 2020 e 2021.

O valor de aquisição das fatias não foi divulgado, sendo considerado nominal. A Petrobras assumiu o custo e o risco do projeto, consolidando 100% de propriedade sobre todos os seis blocos. O custo real para a Petrobras é alto: a empresa gastou mais de R$ 1 bilhão em custos de espera e estudos, e projeta um gasto de R$ 842,4 milhões apenas para perfurar o primeiro poço exploratório (no FZA-M-59), após obter licença em Outubro de 2025.

Em outubro de 2025 o IBAMA autorizou a licença exclusiva para a perfuração exploratória na FZA-M-59 e o pagamento de R$ 39,6 milhões em compensação ambiental, A Petrobras está investindo R$ 842,4 milhões apenas na perfuração exploratória, se a perfuração for bem sucedida extima-se que 10 bilhões de barris sejam recuperáveis. A produção dessa região é estratégica para o país, projetando uma arrecadação total de mais de R$ 1 trilhão em royalties e impostos, com um investimento total de R$ 300 bilhões na área ao longo das próximas décadas.
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